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Energia

No âmbito do setor elétrico, compete ao Ministério das Minas e Energias (MME) a definição das políticas que regram desde o aproveitamento dos recursos naturais e demais fontes de energia elétrica até o fomento ao desenvolvimento e adoção de novas tecnologias.

Cabe à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) o estabelecimento de regras para os segmentos de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica, além de tarifas que propiciem condições favoráveis ao desenvolvimento do mercado, com equilíbrio entre os agentes e em benefício da sociedade.

Aqui é possível conhecer as fontes energéticas utilizadas e priorizadas pela Copel, o desenvolvimento de novos negócios e tecnologias, as ações em prol da eficiência operacional para evitar perdas energéticas, bem como o uso eficiente da energia que a Companhia ajuda a gerar e transmitir para todo o Brasil.

Fontes
Energéticas​

A Copel tem como missão “prover energia e soluções para o desenvolvimento com sustentabilidade” e como visão “ser referência nos negócios em que atua gerando valor de forma sustentável”. 

Por isso, a Companhia prioriza as fontes de energia renováveis e a diversificação da sua matriz de geração, visando à continuidade e qualidade do fornecimento ao Sistema Interligado Nacional (SIN), proporcionando crescimento econômico e qualidade de vida a todos os brasileiros.

O compromisso com o fornecimento de energia limpa e acessível e o desenvolvimento sustentável sempre pautaram a preocupação da Copel com o melhor desempenho de seus empreendimentos na busca pela excelência dos serviços prestados à sociedade, caracterizados pela eficiência operacional na geração, transmissão e distribuição de energia, bem como no uso consciente dos recursos naturais e priorização das fontes renováveis.

Geração Distribuída

Ser uma empresa sustentável é também gerar sua própria energia.
Mais limpa, mais barata e com mais controle.

Eficiência Energética

A Copel, comprometida com o desenvolvimento sustentável, estimula o uso eficiente de energia, tanto em suas instalações administrativas, quanto nos empreendimentos que opera, visando a redução de custos de produção e os valores das tarifas.

A Lei nº 9.991/2000 e a Resolução Normativa Aneel n° 920/2021 determinam a aplicação de recursos financeiros no Programa de Eficiência Energética, visando à promoção do uso eficiente da energia elétrica em todos os setores da economia.

Dicas Eficiência Energética

  • Evite sobrecarregar os circuitos de distribuição e mantenha bem balanceadas as redes trifásicas. O condutor superaquecido é, normalmente, um sinal de sobrecarga. Deve-se substituir este condutor por outro de maior bitola ou redistribuir a sua carga para outros circuitos;

  • Verifique as emendas ou conexões. Emendas frouxas ou conexões mal apertadas geram aquecimento, aumentando o consumo;

  • Para potências elevadas, dê preferência ao transporte de energia em alta-tensão;

  • Realize um estudo técnico-econômico, verificando a possibilidade de instalação de transformadores próximos às cargas solicitantes; e

  • Verifique o fator de potência da instalação.

  • Os motores devem funcionar entre 60 e 90% de sua potência nominal;

  • Se a máquina necessitar de 2 ou 3 velocidades diferentes, pode-se utilizar um motor assíncrono com 2 ou 3 velocidades;

  • Adotar, sempre que possível, variadores eletrônicos de velocidade (inversores estáticos para corrente alternada);

  • Desligar os motores das máquinas em períodos ociosos (quando estas não estiverem operando), desde que isto não provoque problemas ao equipamento ou à instalação elétrica;

  • Verificar se as características do motor são adequadas às condições do ambiente onde está instalado (temperatura, atmosfera corrosível, etc.);

  • Verificar a possibilidade de instalar os motores em locais com melhor ventilação e em ambientes menos agressivos;

  • Evitar utilizar motores superdimensionados. Por ocasião de uma troca, instalar um novo motor com potência adequada;

  • Considerar a utilização dos motores de alto rendimento, que apresentam perdas reduzidas e maior vida útil e

  • Na compra de motores novos, dar preferência ao uso de motores com o Selo Procel/Inmetro de Economia de Energia;

  • Ligar a luz elétrica somente onde não existir iluminação natural suficiente para o desenvolvimento das atividades;

  • Desligar as lâmpadas de dependências desocupadas, salvo aquelas que contribuem para a segurança;

  • Evitar pintar os tetos e paredes com cores escuras as quais exigem lâmpadas de maior potência para iluminação do ambiente;

  • Conservar limpas as janelas e luminárias;

  • Utilizar telhas transparentes para aproveitamento da iluminação natural;

  • Dividir os circuitos de iluminação, permitindo a sua utilização parcial sem prejudicar o conforto;

  • Percorrer os diversos setores da indústria, a fim de verificar se há luminárias operando desnecessariamente ou locais com excesso de iluminância;

  • Fazer a limpeza preferencialmente durante o dia. Caso seja realizada à noite, deve ser iluminado apenas o setor em que o serviço esteja sendo efetuado;

  • Substituir lâmpadas incandescentes e mistas por lâmpadas mais eficientes; e

  • Dar preferência ao uso de lâmpadas fluorescentes compactas e lâmpadas LED com o Selo Procel.

  • Em câmaras frigoríficas, regule sempre o termostato de acordo com a temperatura de armazenamento relativa aos produtos armazenados e período de armazenamento;

  • Procure sempre armazenar na mesma câmara produtos que necessitem a mesma temperatura, percentual de umidade e mesmo período de armazenagem;

  • Mantenha sempre em bom funcionamento o termostato e a resistência de aquecimento das unidades evaporadoras que operem em faixas de congelamento, pois o gelo é isolante e dificulta a troca de calor;

  • Mantenha, sempre que possível, as portas das câmaras frigoríficas fechadas e vedadas, inclusive as portas das antecâmaras;

  • Mantenha sempre em bom funcionamento e limpos os termostatos que operam com válvulas de três vias e/ou com válvulas de expansão;

  • Use, nas câmaras frigoríficas, somente lâmpadas mais eficientes, preferencialmente frias, mantendo o nível de iluminância adequado (200 lux);

  • Evite, sempre que possível, instalar condensadores ao alcance de raios solares ou próximos a fornos, estufas, ou quaisquer equipamentos que irradiem calor;

  • Utilize cortina de ar, quando não houver antecâmara;

  • Recupere, sempre que houver simultaneidade ou possibilidade de acumulação, o calor rejeitado em torres de resfriamento para aquecimento ou pré-aquecimento de fluídos envolvidos em outros processos. Esta recuperação pode ser realizada por trocadores ou bombas de calor; e

  • Estude a possibilidade de termo-acumulação em gelo ou água gelada para os sistemas de refrigeração de expansão indireta de médio ou grande porte, que utilizem a água gelada como volante térmico e operem nas faixas de temperatura compatíveis.

  • Verificar periodicamente as condições físicas dos compressores e realizar limpeza periódica ou troca dos filtros de ar;

  • Fazer a limpeza de filtros separadores de óleo no caso de compressores de parafuso;

  • Manter as correias de acionamento adequadamente ajustadas, trocando-as quando desgastadas;

  • Sempre que possível, fazer as tomadas de ar de admissão fora da casa de máquinas;

  • Eliminar todos os vazamentos existentes no trajeto entre a geração e o reservatório central e na rede de distribuição de ar. O valor máximo admissível para vazamentos é de 5% para indústrias de médio porte que não possuem ferramentas como marteletes, esmeris, etc. Para indústrias como as de caldeirarias pesada e construção civil é admissível um valor máximo de 10%;

  • Realizar, periodicamente, drenagem do reservatório central;

  • Manter limpas as superfícies dos trocadores de calor (intercoolers);

  • Efetuar a distribuição do ar comprimido evitando trajetos complexos e curvas. A perda de pressão máxima admissível entre o reservatório central e o ponto de utilização mais distante é de 0,3 kg/cm2. Acima deste valor, a rede de distribuição deve sofrer alterações para a simplificação de trajetos;

  • Retirar da rede de distribuição todos os ramais secundários desativados ou inoperantes. Isto evita acúmulos de condensado, perda de carga excessiva e vazamentos;

  • Utilizar os diversos tipos de válvulas de acordo com a sua aplicação específica. Evitar, por exemplo, o uso de registro de bloqueio para regulagem de fluxo e vice-versa; e

  • Efetuar a drenagem de condensados dos pontos de menor cota em redes sem óleo e aplicar o sistema de purga em redes com óleo. Uma inclinação de 5 a 10 mm por metro linear de rede facilita o funcionamento do sistema de purga de condensado.

  • Regule o termostato do aparelho para uma temperatura ambiente que proporcione conforto;

  • Limpe periodicamente os filtros, trocando-os quando necessário;

  • Verifique se as correias dos ventiladores estão ajustadas e perfeitas;

  • Utilize cortinas e persianas para evitar a incidência de raios solares nos ambientes com condicionares de ar;

  • Sempre que possível ligue o condicionador de ar uma hora após o início do expediente e desligue uma hora antes do seu término;

  • Mantenha fechadas as portas e janelas nos ambientes com condicionadores de ar;

  • Mantenha desobstruídas as grelhas de circulação de ar;

  • Verifique se o tratamento de água gelada e de condensação está sendo adequado;

  • Utilize, preferencialmente, lâmpadas fluorescentes em ambientes climatizados;

  • Desligue o aparelho ao se ausentar do ambiente por longo tempo; e

  • Dê preferência ao uso de condicionadores de ar que possuem o Selo Procel/Inmetro de Economia de Energia.

    • Faça a manutenção periódica do sistema, eliminando vazamentos e efetuando a limpeza dos filtros;

    • Verifique se o sistema está dimensionado corretamente, isto é, se a vazão da bomba é adequada para as necessidades do sistema, se o diâmetro da tubulação é apropriado (a economia na tubulação reflete em maior custo de energia) e se a potência do motor elétrico é compatível com a bomba (a sobra excessiva de potência ocasiona um baixo fator de potência);

    • Evite curvas acentuadas, reduções e ampliações bruscas. Isto ocasiona um considerável aumento na perda de carga das instalações;

    • Evite a entrada de ar na tubulação de sucção. Isto ocorre pelo estado precário da tubulação ou intencionalmente, com o ajuste da vazão e, conseqüentemente, da carga do motor. Apesar de ser uma maneira de redução da carga solicitada, esta atitude é condenável pela redução da eficiência e vida útil da bomba. O procedimento correto seria, ao invés da entrada de ar, o redimensionamento do conjunto motor-bomba através do rotor ou jogo de polias;

    • Evite grandes alturas de sucção. A ocorrência de alturas demasiadas de sucção, além de diminuir o rendimento, pode provocar “cavitação”, diminuindo a vida útil do rotor da bomba.

    • Verifique a altura de despejo necessária. Quando a saída da tubulação encontra-se numa altura muito superior ao ponto de despejo, provoca um gasto desnecessário de energia por superdimensionamento da instalação e

    • Deve-se evitar que as instalações sejam compostas por um único conjunto motor-bomba. O correto seria dividir a carga hidráulica em dois (ou mais) conjuntos motrizes.

  • Evite o excesso de gelo, através da regulagem correta do termostato do equipamento e de sua limpeza periódica;
  • Instale os balcões fora do alcance dos raios solares ou de outras fontes de calor;
  • Não coloque nos balcões frigoríficos produtos ainda quentes ou acondicionados em embalagens de transporte;
  • Disponha os alimentos de forma a não ultrapassarem a cortina de ar frio formada nos balcões frigoríficos abertos;
  • Cubra os balcões de produtos congelados durante a noite para maior conservação do frio;
  • Procure aproveitar as câmaras frigoríficas existentes, que funcionam continuamente, para obter um pré-congelamento dos produtos, antes de um primeiro carregamento dos balcões frigoríficos abertos;
  • Mantenha em perfeito estado a borracha de vedação das portas ou tampas e
  • Dê preferência a balcões frigoríficos com tampa de vidro, que permitem visualização dos produtos expostos, com redução da perda de frio.

Coletores Solares

  • Procure instalar coletor solar com Selo Procel/Inmetro classificados como “A”;
  • Procure instalar as placas de aquecimento solar sempre voltadas para o Norte geográfico; OBS.: Entre o Norte Geográfico e o Norte Magnético há uma declinação, para a região Sul do Brasil, em média varia de 16º (Rio Grande do Sul) a 18º (Paraná);
  • Para a região Sul do Brasil, a inclinação dos coletores solares deve ficar entre 35º (Curitiba) e 40º (Porto Alegre);
  • Para regiões onde a temperatura mínima média no inverno seja inferior a 9ºC é aconselhável a instalação de sistema anticongelamento;


Reservatórios Térmicos

  • Procure instalar os reservatórios com Selo Procel/Inmetro classificados como “A”;
  • O dimensionamento do reservatório deve ser adequado ao consumo de água quente da unidade consumidora;
  • A instalação do reservatório térmico deve ser, preferencialmente, acima dos coletores solares, desnível mínimo de 30 cm e distância máxima de 5 m;


Sistema Auxiliar de Aquecimento

  • Em geral é necessária a instalação de um sistema auxiliar de aquecimento;
  • O sistema auxiliar, geralmente, é elétrico e deve ser calculado conforme as recomendações do fabricante do reservatório térmico;


Manutenção

  • Em geral os coletores solares possuem uma placa de vidro na superfície coletora, no caso de quebra deve ser substituída;
  • Sempre que for fazer qualquer manutenção no sistema de aquecimento solar, desligue a rede elétrica;
  • Antes de religar a rede elétrica certifique-se que o reservatório térmico esteja cheio de água;
  • A cada 6 meses é recomendável a lavagem dos vidros e a drenagem da água do sistema, para a lavagem dos vidros procure realizá-la na parte da manhã, para evitar choques térmicos e quebra dos vidros.
  • Qualquer outro tipo de manutenção procure o fornecedor de seu sistema de aquecimento solar.

Simulador de Consumo

Conheça o simulador de consumo da Copel e saiba como controlar o gasto de energia elétrica na sua casa.

Manual de eficiência energética na indústria

Este manual contém diversas informações relevantes sobre eficiência energética na indústria. Por conta da data de publicação, alguns conceitos estão desatualizados, mas ainda assim é um bom material de consulta.

Eficiência Operacional

A eficiência operacional é condição para a perenidade dos negócios da Companhia e é um dos principais objetivos do Planejamento Estratégico da Copel, pois garante maior disponibilidade do conjunto de ativos, resultando em menores custos e, consequentemente, melhor desempenho econômico-financeiro.